Catro críticas ao concepto violencia contra a muller, para seguirmos avanzando

A nosa compañeiro Sheila Fernández Miguez escribe un interesante artigo sobre o percorrido histórico do termo violencía contra a muller onde nos explica cando e porque nace o concepto e a súa evolución histórica. O artígo remata  con cantro propostas para avanzar neste eido. ARTIGO COMPLETO EN PDF

Resumo: O presente artigo realiza un percorrido pola historia, a ideoloxía e as consecuencias do concepto violencia contra a muller, consagrado a partires da Declaración sobre a Eliminación da Violencia contra a Muller, Resolución da Asemblea Xeral 48/104, de Nacións Unidas, do 20 de decembro de 1993.

Sumario: I. Orixes da data; II. Cómo se chega, e qué se , en dereito internacional por violencia contra a muller?; III. Catro críticas ao 25 de novembro para seguirmos avanzando; IV. Conclusións; V. Bibliografía.
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Analise sobre os métodos governamentais de invisibilizaçom do terrorismo machista

   Primeiro nom fôrom nada, depois crimes por paixom, depois começárom a contá-las, falárom de violência doméstica, violência de género, violência machista, de mortas, mas por que nom falamos de assasinadas e de terrorismo machista? Que é o que esconde a terminologia? O que é que a ministra Mato, na linha da politica-criminal do Partido Popular nom quere que mostrem as estatísticas e por que? A esses dous interrogantes trataremos de responder brevemente nas seguinte linhas.

   A terminologia nom é umha questom pacifica ainda hoje em dia quando falamos de denominar a violência estrutural que sofremos as pessoas que nom entramos no rol sexo-género masculino. As principais superviventesi deste tipo de violência, som as mulheres que a sofremos polo facto de sermos mulheres.

   Na atualidade o conceito que manejam os organismos oficiais do reino de Espanha é o de violência de gênero, e que aparece recolhido no artigo 1 da LO 1/2004ii. O mesmo foi um avanço respeito dos anteriores, mas deixa de fora a muitas pessoas como assim refletem as seguintes estatísticas. O Ministério de Sanidade, Serviços Sociais é Igualdade até o 15 de julho de 2013 realiza um computo total de 32 mulheres assassinadasiii somando a estatística de criançasiv e adultasv. Se comparamos esta cifra com a estatística de Rede Feministavi esta recolhe um total de 42 pessoas que sofrêrom violência de gênero com resultado de morte para o mesmo período. Por que está diferença de 10 pessoas? Rede Feminista emprega o conceito de violência contra a mulher, recollido na Declaraçom sobre a Eliminaçom da Violência contra a Mulher, Resoluçom da Assembleia Geral de 48/104 de 20 de decembro de 1993viiA estatística do Ministério só tem em conta os assassinatos às maos de par ou ex-par, deixando fora do cómputo o assassinato das filhas e filhos ou de trabalhadoras sexuais, entre outros supostos. Empregando estas duas fontes e analisando o período 2006 a 2013, Rede Feminista dá um total de 858 pessoas assassinadas e o Ministério 486, é dizer, o Estado nom conta a 370 mulheres assassinadas. Seguir lendo